O cantinho do herdeiro

8 de julho de 2010 at 7:41 pm Deixe um comentário

Além de aliar beleza e conforto, o quarto do bebê deve ser projetado de olho no futuro: o ideal é que os móveis sejam facilmente adaptáveis às necessidades da criança conforme ela cresça.

Durante os nove meses da gravidez muita coisa muda na vida dos futuros papais. É tempo de planejar o futuro e, principalmente, arrumar a casa para receber o novo integrante da família. O espaço pensado com mais carinho é certamente o quarto do bebê. E qual papai e mamãe não sonham que seu filhote tenha o espaço mais acolhedor e agradável possível? Para isso, é importante saber combinar decoração e praticidade.

Pensar na funcionalidade do espaço é tão importante quanto deixá-lo fofo e bonito. “O trocador deve estar perto do armário, por exemplo, para evitar que a mãe se afaste muito da criança”, indica a arquiteta e designer de interiores Mariana Sabino. Ao dispor os móveis, também é importante deixar passagens livres. Para a designer de interiores Maria Annita Brandão, um dos pecados mais cometidos na hora de organizar o quarto do bebê é justamente bloquear alguns caminhos, como entre a cadeira de amamentação e o berço.

Outra coisa importante na hora de planejar a decoração do quarto é pensar em como ele pode ser reaproveitado à medida que a criança for crescendo. Usar armários já existentes no local e trazer móveis de outros ambientes, que possam ser integrados, são boas saídas. Repintar as paredes com outra cor e mudar algumas coisas da decoração já são suficientes para dar um novo ar ao quarto. A única coisa que tem que sair quando o bebê deixar de ser bebê é o berço. Todo o resto pode ser reaproveitado.

Para Mariana, o mais importante é usar a criatividade, já que a tendência atual é fazer o quarto cada vez menos temático. “Conforme a criança cresce, ela quer colocar as coisas dela no quarto. Com uma decoração mais limpa, os novos objetos não poluirão o conjunto”, explica a designer. Segundo Mariana, coisas simples podem ser feitas, como o trocador virar uma bancada de estudos no futuro e o baú, que antes guardava brinquedos, passar a armazenar livros. “É só inventar e pôr em prática”.

Para dois

Se muitas vezes o espaço já é pequeno, decorá-lo para receber gêmeos pode ser um desafio maior ainda. Mariana Sabino resolveu o problema ao colocar um berço de cada lado, deixando um vão para a cadeira da mamãe. O trocador foi inserido em uma parte dentro do armário, o que também pode ajudar na organização, já que os apetrechos dos bebês ficam por perto, e o local pode ser fechado quando não estiver sendo usado.

Na casa da vovó

A designer de interiores Maria Annita Brandão projetou um quarto de bebê para a casa dos avós. Apesar de não ser a casa da criança, o quarto precisa de todos os móveis básicos. A cama de apoio é ótima para que a família possa curtir o bebê com mais conforto. Entretanto, não é imprescindível.

Os móveis certos

Na hora de partir para as compras, investir na qualidade do material é essencial para garantir segurança ao bebê. “Hoje, os fabricantes se preocupam mais em oferecer conforto e praticidade, por isso é mais fácil escolher”, afirma Maria Annita Brandão. Ela dá a dica: os pais devem fugir de objetos difíceis de limpar. “Ursinhos de pelúcia e carpete acumulam muita poeira. Os cuidados com a criança também fazem sujeira. O certo é cercar-se de coisas que podem ser lavadas em casa mesmo”, ensina a designer.

Para os berços, o ideal é que tenham estrados móveis e sejam reguláveis. “Hoje, muitos já são até antirrefluxo”, ensina Maria Annita. Para o conforto das mamães, a designer indica poltronas de amamentação com apoio para os braços mais alto. “A mãe tem que relaxar quando estiver amamentando, e não fazer força para sustentar o peso do bebê. Por isso, um apoio mais alto ajuda a deixá-los confortáveis”. Já a necessidade de uma cama para a babá ou para a mãe deve ser pensada com cautela. “Além de ocupar um espaço considerável, pode não ser tão imprescindível. Se ele ficar depois, como mobiliário para a criança, é válido, mas se for temporário, pode não valer a pena”, explica a designer Mariana Sabino.

A iluminação do quarto também merece atenção especial. Luz forte e direta pode assustar o bebê. O aconselhável é colocar um dimmer, que controla a intensidade da luz. Entretanto, também é possível solucionar com o uso de arandelas, pendentes e abajures. “O ideal é que a mãe possa realizar tarefas no quarto sem ter que acender a luz diretamente. Somente em cima do trocador deve haver uma luz direta. No restante do quarto, quanto mais branda, melhor para o bebê”, ensina Mariana.

Fonte: Redação do Correio Braziliense, via Lugar Certo.

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